Novas imagens vêm à tona e desmentem narrativas criadas criminosamente para promover ataques a honra da atual prefeita de Arari – MA.
Nas últimas horas, uma série de publicações e conteúdos disseminados em redes sociais e aplicativos de mensagens buscaram atribuir à prefeita de Arari, Maria Alves, a responsabilidade por supostas agressões contra a trabalhadora doméstica Mazolina de Jesus Rodrigues.
Diante da divulgação de versões distorcidas e da evidente exploração política do episódio familiar entre Mazolina e o esposo, a gestão municipal apresenta os seguintes esclarecimentos.
Informações prestadas pela própria família de Mazolina, incluindo suas filhas e seu ex-companheiro, relatam que o episódio ocorrido na noite do dia 20 não envolveu qualquer agressão por parte da prefeita Maria Alves.
Segundo os mesmos, houve um desentendimento familiar entre Mazolina e o então marido Sr. Carlos, sendo estes os verdadeiros personagens da história ainda não contada. Os depoimentos reforçam que a prefeita não praticou agressão alguma, não levantou a voz e não teve qualquer atitude violenta com qualquer pessoa ali presente.
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Relatos das filhas e do ex-companheiro afirmam ainda que foi Mazolina quem partiu para cima de membros de sua própria família no caso seu esposo, que relata claramente ser agredido e humilhado por Mazolina há mais de 20 anos, além disso segundo suas próprias filhas, Mazolina sempre apresentava um comportamento agressivo como o ocorrido naquela noite de 20 de novembro,
Ainda segundo seu ex esposo o episódio não possui a dinâmica divulgada nas publicações que circularam posteriormente, pois na verdade os fatos foram distorcidos e com o objetivo de tentar incriminar a atual prefeita.
Na noite da última terça-feira 25 de novembro, nossa redação teve acesso a vídeos que mostram que na segunda- feira 24 de novembro ou seja quatro dias após a discursão entre Mazolina e o então esposo, a suposta vitima passou a ser induzida pela vereadora Aurinete Freitas que aproveitando do momento fragil em que vivia a Sra. Mazolina, aproveitou da situação e passou a induzir a suposta vitima ao erro, levando-a para sua residencia. Em seguida em buscar produzir novas narrativas falsa e acusatórias. levando-a ate o hospital municipal onde passou a induzir a suposta vítima a acusar a prefeita Maria Alves, chegando ao ponto de utilizar de um Boletim de Ocorrência registro na na Policia Civil da cidade para utiliza-lo como elemento de produção de conteudo falso politico.


